Daniel Goleman, psicólogo e escritor americano, define Inteligência Emocional como sendo a capacidade de reconhecer, compreender e gerir os nossos próprios sentimentos e emoções, assim como uma maior facilidade em reconhê-los e compreendê-los nos outros.
Seja através de expressões faciais ou do tom de voz, tem-se uma maior empatia para com aquilo que se sente e para com quem nos rodeia. De acordo com este investigador, a inteligência emocional é o que nos permite reconhecer variações emocionais mais subtis, e utilizar as emoções para facilitar o próprio pensamento e raciocínio.
A inteligência emocional pode e deve ser estimulada desde cedo, na vida de uma criança. Crianças que desenvolvem a sua inteligência emocional têm maior capacidade para gerir as suas emoções internas, maior habilidade no relacionamento com os outros e maior auto-motivação para concretizar objetivos. Têm, em suma, maior probabilidade de vir a ter sucesso – pessoal e profissional – enquanto adultos.

Emília Silva – 2014/2015
