Afetos quotidianos, na sala de aula

Algumas sugestões:

Os professores têm de conhecer os seus alunos. Sei que isso  é uma tarfea ardua mas, no final, extremamente gratificante.O ideal seria o que propunha Aristóteles: “o educador tem de ser como o médico”. O médico precisa conhecer o paciente antes de prescrever um medicamento. Há doses diferentes do remédio de acordo com a necessidade de cada um. 

O educador tem de ir percebendo a evolução do aluno. E ir conduzindo com leveza os seus passos. 
Humor é necessário…
Na prática, significa que o professor deve preparar-se para entrar numa sala de aula;
– saber o nome dos alunos;
– diferenciar autoridade de autoritarismo;
– compreender que a didática da sala de aula precisa ser mais envolvente. O aluno participa melhor quando se sente desafiado a resolver problemas, quando percebe que as suas dúvidas são respeitadas. Não acredito na teoria do medo para garantir o bom comportamento em sala de aula ou evitar os distúrbios.
Emília Silva – 2014/2015
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